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Feminismos , gênero,raça e classes em debate.





Feminismos, gênero , raça e classes em debate.

Convidamos a tod@s para participar deste encontro onde iremo trazer algumas questões importantes para debatermos e pensarmos junt@s.

Feminismo não é espaço de disputa de saberes ou etnias. Feminismo é espaço de análise, reflexão e enfrentamento à opressão. E sim, é preciso racionalizar a discussão nesse campo, porque realidades diferentes exigem enfrentamentos diferentes.

O ponto de partida para pensar essa realidade é a escravidão no Brasil. Sim, a escravidão moldou efetivamente a forma como indivíduos brancos e negros se percebem na sociedade brasileira. Mesmo que o mito da democracia racial diga que não, vivemos permanentemente uma tensão racial que se expressa em índices horríveis sobre a população negra, onde o pior dos piores índices retrata o cotidiano das mulheres negras.

Precisamos entender a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade.

Convidamos para fazer parte deste debate:


Sellena Oliveira Ramos

Mulher Transfeminista Negra Interseccional é ativista do movimento LGBTQI+. Graduanda em Direito pela Faculdade Baiana de Direito, compõe o Grupo de Estudos em Criminologia Feminista. Atua também no Coletivo Mães do Arco-íris e na Rede Proteja LGBTQI+. É integrante do Núcleo de Ações Afirmativas do E.C. Bahia, tendo realizado formação sobre Gênero e Sexualidade com funcionárixs do clube e Consultora do Projeto Trans-Formação da ONU.
Candai Calmon,
Mulher negra, quilombola urbana, feminista de comunidade. Profissional da dança, bailarina, arte educadora. Trabalha no seguimento da Dança há 10 anos onde entrelaça relações de gênero e raça à partir da arte.
É bacharela em Estudos de Gênero e Diversidade pela UFBA e mestranda em Dança também pela mesma instituição. Participa de coletivos de cultura popular e ancestral como Capoeira Angola e Maracatu de Baque Virado, na cidade de Salvador, além está envolvida com os movimentos políticos de economia solidária.
Hoje seus interesses e pesquisa circundam sobre "corpo feminino, negritude e memória" onde tem desenvolvido diversas experiências artísticas e imersivas com mulheres negras e povos tradicionais quilombola, à partir dos elementos criativos improvisação e criação para caminhos de empoderamento, autocuidado e expressão.

Rejane de Sousa é natural de Salvador, na Bahia. É licenciada em Letras Vernáculas e em Português como Língua Estrangeira, pela Universidade Federal da Bahia. É poeta,
escritora e artista educadora antirracismo. Além de escrever e recitar, tem ministrado oficinas, atuado em encenações teatrais, leituras dramáticas, seminários, saraus, mesas de debate sobre questões de raça e gênero, assuntos aos quais tem dedicado grande parte dos seus estudos e militâncias, por entendê-las como questões vitais à sua existência como mulher negra, da periferia, filha de vendedora ambulante afro-indígena, sendo,
portanto, fortemente atingida pelo racismo e machismo institucionalizados, no país.
Tem textos publicados em blogs, redes sociais e em três coletâneas de poemas, crônicas e contos. Tem participado de eventos e realizado trabalhos de arte-educação antirracismo, na Bahia e em outros estados. Foi convidada do Programa de Rádio, Território Matamba, na Rádio Argentina Negra, em Buenos Aires, (2018), onde conversou sobre as Literaturas Negras Femininas produzidas no Brasil, com prosas, poesias e músicas negras, dando visibilidade à luta das mulheres negras, indígenas e afro-argentinas. Atualmente está trabalhando no seu livro de poemas e memórias, ainda sem data prevista para o lançamento.


Sanara Rocha

SANARA ROCHA é feminista negra, pesquisadora, produtora cultural e multiartista com campo de atuação na cidade de Salvador, Bahia. É mestranda em Cultura e Identidade pelo Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade, Poscult-UFBA; graduada no Bacharelado em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia e habilitada à direção teatral desde 2011.

Josy Garcia

Josy Garcia, Maestrina,Percussionista ,Musicista, Ativista cultural, Arte-educadora, Produtora Cultural, Pesquisadora da cultura popular afro brasileira e Educadora musical. É idealizadora, co-fundadora, maestrina e Diretora do Grupo feminino MARACATU VENTOS DE OURO , que atua a 4 anos na cidade de Salvador com ensaios abertos, cortejos e oficinas, conduzindo um movimento de cultura popular e empoderamento de mulheres através da arte e cultura, e trazendo à tona discussões sobre a mulher na sociedade, na arte e na cultura, além de promover eventos para difusão e valorização da cultura popular combatendo todas as formas de discriminação, preconceito e intolerância praticadas contra os símbolos e praticantes das culturas populares afro-brasileiras.
Idealizadora do CORTEJO PERNAMBAIANO e da NOITE CULTURAL eventos realizados para a valorização e difusão da cultura popular afro brasileira.
Co-Idealizadora e produtora do projeto ÂNIMA – Ações nutrindo inquietações de mulheres artistas.


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Serão fornecidos certificados de 4h para as pessoas que assinarem a lista de presença até 15min após início do evento.


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